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Publicado em 03/12/2019

SINFAC-SP CONQUISTA APOIO DA FENAJU PARA CRIAÇÃO DE CNAE ESPECÍFICA PARA AS ESCS

O SINFAC-SP ganhou mais um reforço de peso em seus esforços para a atribuição de uma Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) específica para as Empresas Simples de Crédito – no caso, a CNAE 64.94.

Após a Junta Comercial do Estado de São Paulo (JUCESP) se dispor a estudar as demandas da entidade, desta vez o apoio veio da presidente da Federação Nacional das Juntas Comerciais (FENAJU), Cilene Sabino (foto acima), que foi bastante solícita ao pedido do presidente do Sindicato, Hamilton de Brito Junior (Credere Consultoria e Fomento Mercantil), comprometendo-se a ajudar o Sindicato nesta causa.


Presidente da JUCESP, Walter Ihoshi, durante seu discurso

Para o dirigente, esse apoio é importante para a padronização e aquisição da CNAE própria, além da continuação da história de vitórias de mais de seis anos do Sindicato em relação à ESC.

“Esta nova atividade pode contribuir expressivamente para o empreendedorismo, tendo em vista que propõe tornar mais barato o crédito, especialmente para os pequenos negócios, que geralmente ficam à margem do sistema financeiro”, explicou Hamilton.

A aproximação entre o SINFAC-SP e a FENAJU se deu durante a primeira edição do Congresso Nacional de Juntas Comerciais (1º CONAJ), realizado entre os dias 27 e 30 de novembro, na Capital paulista.

O evento colocou em debate soluções de simplificação, modernização e melhorias de processos visando o incentivo aos negócios e o desenvolvimento da economia. O 1º vice-presidente do Sindicato, Marcus Jair Garutti (Iguassu Fomento Mercantil), também representou a entidade.

Solenidade


Walter Ihoshi, Hamilton de Brito Junior e Adriana Flosi (vice-presidente da JUCESP)

A abertura do evento foi realizada no dia 27 de novembro, no auditório do Hotel Renaissance. Anfitrião da noite, o presidente da JUCESP, Walter Ihoshi, falou da satisfação em receber representantes das 27 juntas comerciais do Brasil.

“O congresso nasceu de uma iniciativa sensível em relação à necessidade de desburocratização de processos e incentivo à melhoria do ambiente de negócios”, disse ele, ao ressaltar que a troca de experiências entre os participantes deve contribuir expressivamente para o desenvolvimento econômico em todo o país.

Representando o governador de São Paulo, João Doria, a secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen da Silva, lembrou que apesar dos avanços e da melhoria expressiva do tempo de abertura de empresas, o Brasil caiu 15 posições no Doing Business 2020, ranking do Banco Mundial que analisa a regulamentação do ambiente de negócios.

“Ainda há muito o que ser feito, precisamos mudar esse quadro, as juntas comerciais são a porta de entrada do empreendedorismo e por isso devem ser agentes dessa transformação. Devemos entender cada processo e trazer melhorias, especialmente a integração”, disse ela, ao destacar que São Paulo tem um grande papel nesse processo, tendo em vista que metade dos registros de empresas passa pelo Estado. “Vamos, juntos, mudar indicador por indicador e contribuir para a geração de empregos e renda”.

O vice-governador do Distrito Federal, governador em exercício na ocasião, Paco Britto, também prestigiou o evento. “As juntas comerciais fazem muito mais que registros de atividades regionais, são vetores de progresso em cada um de seus estados. Por isso, esse congresso tem a função de fomentar o debate para a busca de novas formas de trabalho simplificadas, ágeis e próximas dos cidadãos”.

Já o secretário de Soluções de Modernização e Resultados da Secretaria-Geral da Presidência da República, Nizar Ratib Midrei, lançou um desafio. “Que cada junta comercial se transforme no agente da modernização do seu estado. O governo federal tem o compromisso de até 2022 colocar o Brasil entre as maiores economias do mundo e, para conquistarmos esse objetivo, o trabalho de vocês é fundamental”, enfatizou.

O fortalecimento da Rede Nacional para a Simplificação do Registro e da Legalização de Empresas e Negócios (Redesim) foi lembrado pela presidente da FENAJU, Cilene Sabino (foto ao lado). “É motivo de muito orgulho poder contribuir com a construção de um ambiente favorável, atrativo e acolhedor para os empreendedores no Brasil. As juntas comerciais têm feito o seu papel e a redução expressiva do tempo de abertura de empresas é um exemplo disso”, destacou, ao reforçar que o objetivo principal do congresso é trabalhar para a redução dos custos e prazos dos processos para que os empreendedores invistam tempo e capital no seu próprio negócio.

Na mesma linha, a diretora substituta do Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (DREI), Anne Caroline Nascimento da Silva, lembrou que a Redesim completou 12 anos e que nesse tempo venceu a burocracia e ajudou a integrar os processos.

“O tempo de abertura de empresas que antes era de 150 dias, hoje, em muitos casos, pode ser de menos de um dia”, comemorou. “Estamos fazendo história! E agora devemos continuar o trabalho, sempre tendo o cidadão como foco”.

Além dos já mencionados, participaram da abertura do evento os vice-presidentes da FENAJU, Alzenir Costa, e da FECOMERCIOSP, Carlos Alberto D’Ambrosio.

Nos dias 28, 29 e 30, o congresso continuou com debates sobre simplificação e modernização do registro empresarial, além de propor alternativas para metodologias de segurança da informação e a adoção de posturas estratégicas dos órgãos para o incentivo aos negócios.

Fonte: Reperkut

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