SUA EMPRESA NA TEMPESTADE – PARTE 1

Em tempos como os de hoje, em que nos deparamos e convivemos não somente ao sabor da economia brasileira, mas de toda a conjuntura mundial, enormes e frequentes turbulências econômicas, políticas e sociais deturpam todo e qualquer planejamento empresarial. Sendo assim, como orientar os empresários a minimizar tais impactos negativos?

A grande dificuldade, ou seja, a prioridade desta fórmula mágica, é a busca incessante para se obter e permanecer com o caixa das empresas com suas contas positivas, mesmo com um número modesto, mas a conquista de uma posição positiva de caixa é sem dúvida uma grande vitória nos tempos de hoje.

Tudo gira e se reflete em seu caixa, mas as atitudes estão em várias esferas da operação de uma empresa. Assim, vamos tentar expor algumas destas principais esferas da operação de uma empresa.

Tudo começa com a reflexão sobre realizar uma alavancagem nas receitas, com uma força de venda mais eficiente, com um foco extremamente agressivo, mas responsável, e neste caso podemos dar as primeiras visões de alento. E assim, obter acréscimos no faturamento bruto.

Mas como nem sempre este resultado é tão imediato o quanto se espera, e às vezes até se faz necessário alguns investimentos adicionais para atingi-lo, tais como: contratação de vendedores, aumento na verba de publicidade propaganda, dentre outros.

Deve-se, neste momento de incerteza e ao se deparar com a necessidade de alguns investimentos, projetar e planejar como fazê-lo, e acima de tudo estruturar o fluxo de caixa, que nestes casos é a grande base para o sucesso nestas horas de dificuldades, ou seja, sempre estará por detrás de tudo um bom planejamento, para não ser pego de surpresa em suas finanças.

Mas sem dúvida alguma, deve-se ter nestes momentos também um pouco de ousadia, coragem e senso empreendedor, afinal, estamos em um jogo, como todo empresário está, e arriscar com disciplina faz parte do negócio.

Com estas atitudes iniciais estará sem dúvida alguma, contagiando toda sua estrutura empresarial e consequentemente trazendo para dentro de sua empresa um otimismo.

Integrando-se a todos e com todos, trazendo uma nova determinação em toda a sua equipe de profissionais, e assegurando para si empresário, de forma magistral o comando firme e determinado de sua empresa.

Mas, um dos pontos a serem também avaliados e revisados é a apuração dos custos de seus serviços e/ou produtos vendidos. Trata-se da espinha dorsal da operação de uma empresa – se seus custos estiverem desordenados, não refletindo a realidade de sua operação, estará sua operação digerindo um prejuízo ou um pequeno lucro que não absorverá as despesas variáveis, e neste caso, muito menos as fixas.

Nesta área de custos cabe uma severa parada, e uma inevitável melhoria. No mínimo, deve-se criar uma melhor transparência para estas informações. E por que não aprimorá-las?

Vamos ainda expor mais alguns tópicos para direcionar, ou mesmo nortear o empresário, alertando-o para alguns assuntos que às vezes passam despercebidos, mas que realmente são muito importantes para esta navegação tão turbulenta.

Na próxima terça-feira complementaremos este tema, até lá!

Marco Antonio Granado é empresário contábil, contador, bacharel em direito, pós-graduado em direito tributário e consultor tributário e contábil do SINFAC-SP – Sindicato das Sociedades de Fomento Mercantil Factoring do Estado de São Paulo.

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